Campina Grande está vivendo um momento delicado no que diz respeito à segurança pública. Na semana passada, o secretário de saúde, Dunga Júnior, fez um apelo urgente ao governador João Azevedo, clamando por mais recursos e efetivo policial para a cidade. No entanto, esses pedidos não foram atendidos, deixando a população exposta a crescentes riscos de criminalidade.
O estado do efetivo policial em Campina Grande é alarmante. Sucateado e insuficiente para atender às demandas da população, o contingente policial não consegue garantir a segurança básica em locais essenciais como hospitais, escolas e creches. A situação se tornou ainda mais grave com os recentes incidentes no Hospital da Criança, onde bandidos voltaram a assaltar pacientes, evidenciando a vulnerabilidade dos espaços que deveriam ser protegidos.
Dunga Júnior expressou sua preocupação com a segurança pública de maneira enfática, destacando a necessidade de uma resposta imediata para evitar que mais cidadãos sejam vítimas da violência. “Precisamos de uma resposta do governo estadual. A segurança da nossa população está em jogo, e não podemos mais tolerar essa situação de descaso,” afirmou o secretário.
A resposta do governo, porém, tem sido insatisfatória. Enquanto verbas foram direcionadas recentemente para a organização das festividades de São João, a segurança pública parece não receber a mesma atenção. A população de Campina Grande questiona: e a segurança, governador? Como fica a proteção dos nossos cidadãos diante dessa negligência?
É fundamental que a segurança dos cidadãos seja tratada como prioridade máxima. O governo precisa agir com urgência, garantindo que hospitais, escolas e outros locais públicos possam operar sem o constante temor de ações criminosas. A população de Campina Grande merece viver com dignidade e segurança, e é dever do Estado assegurar essas condições.

