Em entrevista concedida ao Programa Caturité Notícias, o Procurador Geral de Campina Grande, Aécio Melo, destacou e explicou a lei de transação tributária, desenvolvida após estudos e análises criteriosas, com a clara intenção de manter e criar novos postos de trabalhos na cidade, por determinação do prefeito Bruno Cunha Lima.
Aécio usou o exemplo da empresa Orbital, um call center do grupo Stefanini, que dispõe de quase dois mil postos de trabalho na cidade. De acordo com o procurador, o que houve foi um procedimento de desjudicialização, com a contrapartida em questões sociais, que contou com a decisiva participação da Secretaria de Finanças do Município. O acordo entre a Prefeitura e a empresa garantiu o funcionamento do call center por, pelo menos, mais dez anos.
Ela ainda pontuou que não houve maiores problemas no acordo. Os termos foram bem aceitos entre as partes. Ele explicou que foram observadas experiências de sucesso também em outras cidades.
“Elaboramos a lei, a instrução normativa e o decreto. O prefeito disse para irmos adiante e deu certo. Fomos a São Paulo, assinamos o acordo e eles, em linhas gerais, se comprometeram em manter a unidade da Orbital em Campina Grande”, explicou.
Questionado sobre o andamento da execução da Lei Orçamentária Anual (LOA), Aécio garantiu haver um diálogo constante entre a Prefeitura e a Câmara de Campina Grande.
“A Câmara tem se esforçado, mesmo em meio à polêmicas e embate político, dado uma boa resposta em termos políticos, e o prefeito Bruno, todos sabem, é um homem de diálogo e de sempre observar, de ouvir as partes antes de tomar uma decisão importante para a cidade”, concluiu.

