Nos últimos meses, tem se visto o quanto o Estado têm depositado todas as suas fichas em uma possível candidatura de Romero Rodrigues à Prefeitura de Campina Grande. A incerteza sobre sua candidatura tem deixado todos os demais nomes em segundo plano, mostrando a dependência do governo estadual em relação a ele. Se Romero optar por concorrer, todos os outros candidatos serão, inevitavelmente, deixados de lado.
André Ribeiro, conhecido por sua determinação, pode até tentar manter sua candidatura, mas os demais não apresentam a mesma certeza. Jhony Bezerra, que não conseguiu decolar na sua pré-candidatura, parece estar segurando seu lugar apenas por falta de uma alternativa melhor.
Inácio Falcão, apesar de ter sido o primeiro a anunciar sua candidatura pela oposição, foi rapidamente descartado e agora enfrenta a pré-campanha eleitoral sozinho. Os outros candidatos, enfraquecidos pela divisão interna da oposição, entram na disputa em uma posição de desvantagem.
Essa espera quase ansiosa por uma decisão de Romero não só revela a fraqueza dos outros candidatos, mas também destaca o fracasso do governo estadual em consolidar uma liderança forte em Campina Grande.
Enquanto o Estado aguarda a decisão de Romero, fica evidente que o governo falhou em Campina Grande. A incerteza política e a falta de opções viáveis refletem a ausência de uma estratégia eficiente para fortalecer a oposição e garantir uma competição justa e equilibrada.
E com o notável crescimento de Bruno, o estado pode perder até com Romero.

