Na manhã desta terça-feira (4), o secretário de educação de Campina Grande, Asfora Neto, compareceu à Câmara Municipal para acompanhar o debate sobre as suplementações de créditos solicitadas pela prefeitura municipal. O evento reuniu vereadores e representantes do governo local para discutir as propostas financeiras em pauta.
Na ocasião, Asfora Neto destacou suas expectativas em relação à votação, especialmente no que tange à bancada de oposição, que atualmente possui maioria na Câmara. Ele criticou a demora na resolução da questão, classificando-a como um “discurso politiqueiro”.
“A expectativa é que prevaleça o consenso, especialmente da bancada de oposição, que hoje tem maioria e que ela esteja ciente que não é buscando atingir o prefeito, colocando a população no meio, que ela vai conseguir o intento de atrapalhar uma gestão que vem dando passos significativos em favor da população”, declarou o secretário.
Asfora Neto também ressaltou que a controvérsia em torno das suplementações de créditos é uma decisão meramente política. Ele comparou a situação com a do governo estadual, liderado por João Azevedo, que frequentemente solicita empréstimos significativos sem receber críticas da oposição.
“Se fosse conceitual, por qual razão a oposição aqui que é vinculada ao governo do estado não critica o governo João Azevedo? João já pediu bilhões de reais emprestados para financiamento, que são coisas comuns e eles aplaudem, embora eu nunca vi entrevista de alguém da bancada da oposição questionando quantos centavos desses financiamentos do Estado vêm para Campina, nunca vi eles cobrarem isso. E quando o prefeito Bruno consegue, através de uma linha de crédito dificílima, porque mostrou capacidade de pagamento, eles vêm dizer que é querendo quebrar a cidade. Então, o discurso da oposição cada dia mais mostra ser um discurso de conveniência, um discurso meramente politiqueiro e um discurso que não mostra alternativas para a cidade”, finalizou.

